Aproveitar os alimentos na sua totalidade é saudável e sustentável

2 de fevereiro de 2017, por em Boas práticas, Sustentabilidade
Aproveitar os alimentos na sua totalidade é saudável e sustentável

O desperdício dos alimentos ocorre desde a plantação até chegar aos consumidores. Estes, por sua vez, perdem alimentos por conservação inadequada e costumam, ainda, desperdiçar partes dos alimentos que poderiam ser utilizadas livremente na alimentação diária, tais como: talo, casca, entrecasca, folha e semente.

O uso dessas partes denomina-se aproveitamento integral dos alimentos e, tem sido visto como um fator importante contra o desperdício de alimentos e de dinheiro, bem como a favor da busca por uma alimentação mais nutritiva, pois muitas vezes os talos, folhas e cascas são mais ricos em nutrientes do que a parte dos alimentos que estamos habituados a comer.

Dessa forma, é importante uma alimentação composta por alimentos aproveitados integralmente, pois ela torna-se rica e variada, com custo reduzido, além de permitir várias combinações e apresentações.

Alimentos que podem ser aproveitados integralmente

Folhas

Cenoura, beterraba, batata doce, nabo, couve-flor, abóbora, mostarda, hortelã, brócolis e rabanete.

Talos

Couve-flor, brócolis, beterraba.

Cascas

Batata inglesa, banana, tangerina, laranja, mamão, pepino, maçã, abacaxi, berinjela, beterraba, melão, maracujá, goiaba, manga, abóbora.

Entrecascas

Melancia, maracujá.

Sementes

Abóbora, melão, jaca.

 

Dicas de reaproveitamento

Banana – Pode-se usar a casca para fazer bolos e doces. Só é preciso higienizar e colocar na receita (há mais potássio na casca do que na própria polpa).

Couve – O talo pode ser usado para se fazer um suco de couve, além de misturado no arroz, refogado com carne ou vir como um dos ingredientes da farofa.

Abobrinha – A casca é o principal ingrediente para se fazer um bolo de abobrinha, por exemplo.

Mamão – Suco com a casca, uma fonte rica em vitamina C.

Abacaxi – Dá para fazer farofa, suco e chá.

 

Fonte: Texto distribuído pelo Colégio Loyola, de Belo Horizonte, aos alunos do 4º ano do ensino fundamental, como material a ser utilizado na disciplina de Ciências.